"Quando a Ressurreição se transforma em feriado, a cruz vira artefato histórico, o sangue vertido torna-se bizarrice Romana, a morte passa a ser mito, o plano de salvação constitui-se dogma, a fé descamba para o fanatismo, a ceia é “transubstanciada” em ovo de páscoa e, Jesus, creia-me, é substituído sem grandes constrangimentos pelo incomparável coelhinho".

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